Autarca de Pedrógão Grande fala de “péssima investigação" sobre reconstrução de casas
O presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande acusou o Ministério Público (MP) e a Polícia Judiciária (PJ) de terem feito uma “péssima investigação” no processo sobre a reconstrução das casas, cujo julgamento teve ontem início, em Pombal.
“Foi uma péssima investigação feita pelo Ministério
Público e pela Polícia Judiciária. Aliás, o tribunal vai ter ocasião de
observar isso. Mantenho que não houve irregularidades”, disse Valdemar Alves,
antes do início da sessão do julgamento, que devido ao contexto da pandemia de
Covid-19, acabou por decorrer no Auditório Municipal de Pombal.
Sublinhando que está de “consciência tranquila”, o
autarca lamentou que “as pessoas que ficaram sem as suas casas estejam agora
aqui como arguidas” e acrescentou que “além dos mortos, desde que começaram as
falsas denúncias”, todo “aquele aparato da Polícia Judiciária e do Ministério
Público nas terras de Pedrógão foi mais aterrorizante do que os fogos”.
Questionado sobre o sentido do julgamento, o autarca
afirmou que não tem problema em estar presente, uma vez que “estão a tentar
incriminar tanta gente a quem lhes ardeu a casa”.
Já quanto à alegação de se terem verificado apoios à reconstrução de casas inabitadas que arderam no incêndio de 17 de junho de 2017, Valdemar Alves referiu que “isso é o senhor quem o diz. Não é aqui que estamos em julgamento. Este é o primeiro dia de muitos dias e no final cá estaremos todos, e os senhores também, para poderem depois falar com mais dignidade.
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